sábado, 6 de julho de 2013

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NOTAS INICIAIS: Oi gente, por favor, deem play na música quando eu pedir.
 Uma grande revelação está por vir. Obrigada e Boa Leitura! ;) Se gostarem, comentem
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Pov's Lira

Bom, me abri pra ele, e sinto que fiz algo certo. Mas isso que ele diz me contar...

- Quando eu era pequeno...  *(Dê play aqui)*  - ele começa a falar, mas eu não tenho certeza se quero ouvi-lo - Meu irmão sempre falava que tinha dores de cabeça, e sobre dons. Até que um dia ele foi assassinado - seus olhos estavam vermelhos. Iria chorar. - Sem descobrir o que tinha. Nos meus braços ele disse que meu dom era igual ao dele. Era pra eu descobrir antes que me matassem, como fizeram com ele.

- Pera...- eu interrompi - Dom? Dores de cabeça? - será que ele era mesmo como eu? Ou é só uma brincadeirinha de mau gosto?

- Sim, desde meus 10 anos de idade.

- Eu também tinha dores de cabeça nessa idade. - eu também estava prestes a chorar em relembrar essa parte difícil da minha vida. Ele tinha alguém nessa fase...eu não. - Mas quando descobri meus dons...

- Eu sabia! Voce tem dom! Então, por favor! Me Ajude! Eu preciso disso mais que tudo na vida! - ele já chorava, implorando desesperadamente -Você é minha única chance! Sabe quanto tempo tentei fazer isso? Eu prometi que vigaria ele! Sabe o quanto isso é importante pra mim? Eu estou sozinho! Só com voce, agora. - como ele era egoísta! Desabei no choro.

- Olha aqui! Eu também tenho que descobrir e vingar a morte dos meus pais tá! - chorava muito. Minha língua já sentia o gosto salgado das minhas lágrimas em abundância. - Não seja egoísta  e veja que todos tem seus problemas! Eu venho sendo levada pela vida! Sozinha e contando com a sorte! Não sei como vou fazer isso mas quem matou meus pais também vão sofrer e muito! - chorei muito mais, pela raiva que me subiu a cabeça pela morte dos meus pais- Eu ainda era um garota quando perdi eles! E 8 anos foram desperdiçados em minha vida, pelo tempo que passei no orfanato. 8 anos não são brincadeira! - estava com um nó na garganta - 8 anos me virando sozinha com minhas dúvidas e dores de cabeça! Sem nem almenos ter ideia do que estava acontecendo comigo! Recusada por todos os parentes! - desabei chorando na cama. Essa era a pior parte. Ninguém me querer. Ser uma rejeitada qualquer da família.

- Shiiiii - ele senta ao meu lado na cama - Me desculpe! Me desculpe!  - ele me abraça forte. De certa maneira, isso me reconforta - Vamos fazer isso juntos! Vamos ajudar um ao outro! Porque juntos nós vamos mais longe! Acredite! Eu me importo com voce! E vamos nos vingar de quem nos mais fez sofrer.

Pov's Tom

Ela estava aos prantos no meu ombro. Realmente, eu deveria ter pensado no sofrimento dela. Ela estava só, enquanto eu tinha o Nathan. Recusada pelos parentes, sozinha no mundo. Ahhh Tom! Voce só faz besteira seu idiota! Egoísta! Pensando só em mim, quando a situação dela era muito pior.
Me ajeito mais na cama, enquanto ela ainda soluça no meu peito. Aliso os cabelos dela, tentando reconforta-la e imaginando que isso deve ser destino. O destino colocou ela aqui comigo para que eu possa, quer dizer, possamos concluir nossa jornada de vingança e descobrir o que realmente eu faço e o que somos. De alguma forma me sinto preso a ela. Preso de um jeito que me faz querer ve-la sempre, estar sempre com ela. Ajuda-la  e protege-la. Ama-la. Nos meus devaneios, acabo pegando no sono
(...)
Nossa! Olho pro relógio e já são 23hrs. Me levanto sem fazer movimentos bruscos para não acorda-la.
Tiro meu tênis, as botas dela, fecho as cortinas, já que amanhã é sábado, cubro Lira com edredom e me aninho ao lado dela novamente. Espero que ela não reclame.
(...)
Acordei já era mais das 10hrs da manhã. Continuo parado olhando para a bela morena deitada dormindo em meu peito. Pensando em como ela era linda.
Sou tirado dos meus pensamentos, pela garota que se chega ainda mais perto do meus corpo. Me abraçando mais ainda. Parecia que estava com frio, então abraço ela mais forte. Não sei se é cedo demais para dizer isso, mas acho que a amo.

- Bom dia - digo percebendo que ela acordou e estava me olhando.
Ela simplesmente não responde, se levanta da cama e sai do quarto. Eu fico confuso. Pelo jeito que cada um de nós revelamos o que temos no fundo na nossa vida, pelo um Bom dia eu merecia.
7 Minutos depois ela sobe e eu já estou amarrando o tênis para ir embora.

- Pra onde voce vai? - ela me pergunta, com olhar que julgo de dor.

- Embora ué. - digo parecendo óbvio - Voce acordou e nem falou comigo!

- Fui no banheiro ué - disse me imitando

- Por que não foi nesse banheiro? - digo apontando para porta que tem no quarto.

- Por que aquilo não é um banheiro - ela diz meio nervosa.

- O que é então? - me bateu uma curiosidade repentina

- No momento certo ficará sabendo...Então? Vamos começar a procurar saber o que voce faz?







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