sábado, 20 de julho de 2013

Capítulo 8- tw

Oi gente. Quanto tempo né? O capítulo está enorme pelo tempo que fiquei sem postar. Como a enquete disse que vocês são pervertidas, vou intensificar os Hot's e falar com Bia pra por nos dela. Falando nela, ela merece uns tapas por não ter postado antes né? Pode deixar, eu vou dar.
E vou fazer outra enquete  pra vocês dizerem, quem será o " amor do orfanato " dela, formando um triângulo amoroso, ok? Beijos meus chocolates, Boa leitura! ;)
//~Lis
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Pov's Tom

Fui embora porque achei que precisava de um banho e não queria usar a roupa dela.  Eu disse que voltaria a noite, mas vou fazer uma surpresa pra ela.
(...)
Cheguei em casa, já era 15hrs. Tomei um banho quente bem demorado, pra relaxar todo meu corpo. Fui pro quarto com a toalha na cintura e coloquei umas roupas na mochila, coisas pra minha higiene, peguei um jogo de videogame pra gente se divertir a noite, e desci. Já era 16:50. Nossa! Estou parecendo o Nathan. Como eu amava meu irmão. Afasto esses pensamentos de mim, pois não quero ter lembranças dolorosas, logo agora que encontrei alguém pra ficar do meu lado.
Fui pro meu carro e peguei a avenida. Tomara que ela goste da surpresa.

Pov's Lira

Dormi depois do almoço. Já eram quase cinco da tarde... Presumo que Thomas só chegará lá pras oito da noite. Ah Thomas... O que eu sinto por ele me prende de tal maneira... Que me sinto necessitada dele... Aí percebo que estou mordendo o lábio... Droga. Mas e meu único amor do orfanato? Não! Se eu me entregar a ele, me sentirei culpada pelo resto da vida, porque ainda tenho esperanças de encontra-lo.
Já que tenho tempo, resolvo arrumar minhas malas. Vou até o carro e pego minhas compras. tenho que dar 2 voltas para trazer tudo! Entro na casa e subo. Despejo tudo em cima da minha cama, juntamente com as sacolas novas. Menos minhas malas com as armas. Essa vou arrumar no closet.

Estou dobrando as roupas distraída, quanto sinto alguém me agarrando por trás minha cintura. Sem nem pensar em mais nada, faço meu scarpin de salto agulha fatal e me viro apontando diretamente na testa de... Thomas. PUTA QUE PARIU ! Esse garoto vive me assustando! Agora ele está com as mãos pra cima em forma de rendição, e eu rio com a cena e ele faz cara de indignado. Dou um abraço nele e um beijo na bochecha, mas ele se vira e me dá um selinho. Corei.

- Você disse que só vinha a noite - digo virando o rosto

- Então tá, Tchau - ele abre a porta do quarto, que até então, percebi que estava fechada.

- Não, fica - digo segurando o braço dele - É que eu estava arrumando minhas malas  - digo apontando pra montanha de roupa e acessórios em cima da minha cama.

- Eu te ajudo besta - ele veio me abraçando, o que me fez deliciar com seu perfume sexy

( 3 horas depois )

- Nossa! - suspirei - Finalmente acabamos!

- Errada. Ainda tem aquela mala ali - ele aponta pra mala das armas

- Não... Er... tem coisas de mulher aí - disse nervosa.

- Ah amor, até parece que eu nunca vi langeris!

- O que quer dizer com isso Mr. Parker? - digo espantada com a safadeza do cara

- Nas revistas claroo. - ele pisca pra mim.

- Humm Seeei  bem sua revista com pernas, braços e vagina. - disse irônica

- Já que falou nisso, posso dormir aqui? - ele vem me abraçando

- Deve. Mas o que isso tem a ver com sua  " revista " ? - faço aspas na palavra

Parece q isso pra ele foi o que  bastou.Veio pra cima de mim com o olhar fervendo. Mas eu queria?Aparentemente sem deixar espaço pra minha duvidas em minha mente,ele me lançou na cama e me deu um beijo. Ele era calmo, delicado. Deve achar que sou virgem ou não quer simplesmente me assustar.
O beijo era constante, e eu correspondia sim, com desejo. Eu queria aquilo.
Mas e depois? E se me arrependesse? E se reencontrasse meu amor do orfanato?
Fui tirada dos meus pensamentos por sua mão que subia por minha blusa folgada, indo pro tras das minhas costas e eu, correspondendo ao seu toque suave, fui arqueando-as, dando passagem para que abrisse meu sutiã, e assim ele fez. Meu sutiã saiu do meu corpo escorregando pela minha blusa, até cair em algum lugar desconhecido Ele foi descendo as mãos até a barra da minha blusa, levemente, sem parar com aquele beijo calmo em que nos nos apreciávamos. Segurou e foi levantando levemente. Ao ter que passar pela cabeça, o beijo foi interrompido e tudo ficou em câmera-lenta.
 Seus lábios sedutores estavam rosados, quase vermelhos pelo tempo e intensidade do beijo. Seu olhar em mim era carnal. Era sexy. Tão intenso que dava vergonha. E tudo que eu queria agora era ele comigo. Terminei de tirar a blusa e minhas mãos foram direto para a sua camisa, a arrancando e jogando na cama. Logo ele se desfez da calça e estávamos na cama apenas de saia e ele com sua boxe branca. Seu grande "Parker" já estava ereto, de forma que se via as veias pulsando por baixo do tecido fino. 
Ele puxou minha saia com cuidado ate se depara com minha lengerie lilas. Mordeu o lábio de uma forma tensa que me fez morder também. Ele se jogou em cima de mim, sussurrando: -  Te amo Li. Você é minha vida agora. Protegerei você de tudo e de todos. 
Isso fez meus pelos da cabeça aos pés se arrepiarem por completo, me deixando ainda mais ceia de tesão. Desci minha mão para o elástico de sua cueca, até ele segurar e fazer um sinalzinho de "não" com o dedo. Não entendi, mas então ele se abaixou ate minha cintura tirando minha calcinha e pondo um dedo ali, percebendo que estava completamente pronta para ele. 
Abriu mais minha pernas, tendo uma visão privilegiada de mim. Esticou a língua e me tocou de leve. Gemi seu nome com a sensação. Esse homem sabe me enlouquecer. Levantou a cabeça e lambeu os lábios. Disse: quem sabe outro dia. Está doendo ver o quanto é sensível a mim. Não gostei dessas afirmativas e o puxei pra cima de mim, em seguida ficando por cima. Tirei o "grande Parker" da cueca,  e que grande! E do mesmo modo que ele esticou a língua, fiz e toquei a sua linda e rosa cabecinha pulsante. Dessa vez, quem gemeu foi ele. Abocanhei seu membro e fiz movimentos pra enlouquece-lo, e estava funcionando.
Cada vez mais alto e rápido ele soltava gemidos. De repente, ele me agarra pelo punho e me pucha pra cima num movimento tão rápido que já estou embaixo dele novamente. -Chega Li. Já ganhei o que merecia- ele pisca.E me beija.
Com o maior amor e ternura do mundo. Mas em pouquíssimo tempo o beijo ficou voraz. Quando sinto seu grande e delicioso membro roçando em mim, fiquei louca por ele. Sem aviso prévio, ele me invadiu. Era uma sensação única! Gostosa demais! Omg. A segunda guerra mundial esta acontecendo? Não importa! Quero esse homem pra mim. 
Sinto seu membro pulsar dentro de mim com o tesão que estava. Ele fazia investidas fortes, e deliciosas. 
De modo que a cada invasão eu jogava a cabeça pra trás. Faço um movimento e fico em cima dele cavalgando enquanto ele se delicia nos meus seios. Sinto que estou me contraindo, e pelo jeito, ele também esta chegando ao clímax. Entao sinto seu líquido quento jorrar dentro de mim, enquanto ele me dá um selinho demorado e diz: Te amo. 
Ficamos um tempo pra recuperar a respiração. Essa foi uma das melhores da minha vida. Ele se deita e eu me desencaixo dele e pego sua camisa que ficou pendurada na cabeceira da cama. 
Visto e me apoio ao peito dele. Nossos corpos se entrelaçam e me sinto protegida e quento em seus braços. Assim, tiro um cochilo.

(..) 

Acordo por alguém me beijando. Abro os olho e vejo que era Thomas. Olho em direção a janela e ainda era noite.

- Voce é perfeita! - Ele diz e meu rosto mais uma vez cora pelas suas declarações. - Vamo jogar video game?

- Não tenho video game - digo fazendo biquinho.

- Então vamo comprar. se arruma aí. - ele diz dando um pulo da cama. Homens!

- Eu não vou e ponto. _ fecho os olhos fazendo birra ( u.u ) 

- Ahhh, vai.  - Ele diz me pondo no ombro e me carregando 

- Nãoooo ! Tá eu vou ! deixa eu me arrumar! - ele me solta e eu vou pro banheiro. 

Tomo um banho, coloco um look simples e desço. 
Thomas está fingindo que está dormindo, pela minha demora. 

- Ah, então vou dormir - digo subindo as escadas. 

- Nãaaao era ...... Brincadeira. Nossa ! Voce está... linda! 

- Olha  a baba aí do lado amor. - e rio ironica. 
Ele ri sem graça e vamos para o carro. 

Olho pela janela e vejo umas crianças na rua. Então me lembro do meu orfanato e do meu grande amor. Juramos um ao outro que nunca iríamos ficar com outar pessoa. E eu quebrei esse juramento. 
O que foi que eu fiz?

Um comentário:

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